Vem, 2025!!! Vamos esquecer os dois vices…
Estamos acostumados a gritar “Eu acredito”, acreditar no impossível e o impossível, se tornar realidade.
O otimismo de sempre.
Campeonato mineiro: aquele momento de ver o entrosamento, tomar cerveja e curtir jogo. Geralmente, uma prévia do que a temporada PODE SER. Veja bem, PODE SER.
Nem sempre é.
Não está sendo.
Fomos notícia como a melhor defesa da elite do Brasil.
Parece um passado distante, né?
“O Atlético-MG, que superou o América-MG e confirmou o hexacampeonato mineiro, tem a melhor defesa da elite do país, com apenas quatro gols sofridos em 14 jogos em 2025. O Galo sofreu três gols no Campeonato Mineiro e um na Copa do Brasil, competição na qual garantiu presença na terceira fase”.
A menção acima é de uma reportagem do Ge, de 19/03/25. Isso mesmo: DEZENOVE DE MARÇO DE DOIS MIL E VINTE E CINCO.
E desde então, tudo desandou. Técnico pedindo jogador, jogador indo embora, sem moeda de compensação ou troca. O DM parece repartição pública: um entra e sai sem precedentes.
Além do técnico, que é aquele cara que todo atleticano confia (ou quase todo), abatido, sendo feito de escudo por uma diretoria que não quer botar a cara no sol, explicar, assumir erros ou simplesmente falar: “TORCEDOR, CALMA” (nunca imaginei que gostaria de ouvir isso!)!
Jogadores dando entrevista após empate contra um time medíocre, com carinha de alegria, ou pouco caso, sei lá.
Alguns, em Nárnia, outros, perdidos em campo.
Um certo alguém, com cara de pressão baixa (quem assiste o pré jogo, sabe!) e é isso que o torcedor de uma (ou a mais) apaixonada torcida do Brasil, merece!
E a gente?
A gente, eles tentam compensar com ingresso a 18 reais. Mas a resposta vem, diretoria: o público baixo, feito o valor de entrada e o apreço de vocês pela torcida. Nosso “salão de festas”, com pouco mais de 24 mil pessoas. O prejuízo financeiro? Ah, fica na conta de vocês!
O atleticano já foi, sim, um torcedor iludido: o otimista motivado, que aguardava, aguardava e aguardava título.
Hoje, não mais. A gente tem pressa. Pressa de vencer, de comemorar e, principalmente: de ver algo ser feito.
A noite de ontem foi, de longe, umas das visões mais horrorosas que poderíamos conceber. Com os dois times precisando do mesmo… MAS SÓ UM QUIS.
“Não estamos no começo que imaginávamos, mas ainda temos tempo para recuperar”.
Tá bom, Cuca, a gente vai esperar. Mas não demora, porque…
a gente quer torcer contra o vento, não contra o fantasma do rebaixamento.
Saudações Alvinegras, Raquel Barakat
Este é um artigo pessoal e reflete apenas a opinião de quem escreve. E ela espera que possa ter representado a opinião de vários atleticanos.


